domingo, 4 de julho de 2010
Autor do Mês - Julho
Rani Manicka
Rani Manicka nasceu na Malásia. Formada em Economia, vive actualmente na Grã-Bretanha e na Malásia. A Guardiã dos Sonhos é o seu primeiro romance e ganhou o Commonwealth Writers’ Prize para o Sudeste Asiático e Pacífico Sul em 2003. Além disso, está traduzido em 18 línguas e alcançou grande aclamação internacional.
Rani Manicka nasceu na Malásia. Formada em Economia, vive actualmente na Grã-Bretanha e na Malásia. A Guardiã dos Sonhos é o seu primeiro romance e ganhou o Commonwealth Writers’ Prize para o Sudeste Asiático e Pacífico Sul em 2003. Além disso, está traduzido em 18 línguas e alcançou grande aclamação internacional.
Livro da Semana - 05 de Julho a 11 de Julho
Reyes Monforte - Uma Burqa Por Amor
Sinopse: Uma noite, María Galera entrou em contacto com o programa radiofónico de Reyes Monforte. A sua voz chegava muito nítida do Afeganistão, pedindo ajuda e contando a sua incrível história: conhecera em Londres um afegão por quem se apaixonara loucamente, com quem se casara e por quem se convertera ao islamismo, acompanhando-o até ao seu país de origem, onde tivera de acatar as estritas leis do regime talibã. Com o início da guerra, tinham ficado ambos presos naquele país remoto, sem dinheiro nem documentação e em péssimas condições de vida que, mesmo assim, não impediram María de dar à luz dois filhos. A sua terceira gravidez e a preocupação com a segurança da família levaram-na a pedir ajuda para sair do país, o que conseguiu graças a um empresário de Palma de Maiorca que se comoveu ao ouvir, no programa de rádio, as suas palavras cheias de sofrimento e desespero. Hoje, já em Palma de Maiorca e pela voz da jornalista que a ouviu nessa noite de revelações, conta-nos a sua história de amor incondicional, paixão e luta pela sobrevivência num país e numa cultura estranhos.
Preço de editor: €15.04
PVP book.it: €9.02
Desconto adicional de 40% sobre o preço do editor
Valor do desconto: €6.02
Sinopse: Uma noite, María Galera entrou em contacto com o programa radiofónico de Reyes Monforte. A sua voz chegava muito nítida do Afeganistão, pedindo ajuda e contando a sua incrível história: conhecera em Londres um afegão por quem se apaixonara loucamente, com quem se casara e por quem se convertera ao islamismo, acompanhando-o até ao seu país de origem, onde tivera de acatar as estritas leis do regime talibã. Com o início da guerra, tinham ficado ambos presos naquele país remoto, sem dinheiro nem documentação e em péssimas condições de vida que, mesmo assim, não impediram María de dar à luz dois filhos. A sua terceira gravidez e a preocupação com a segurança da família levaram-na a pedir ajuda para sair do país, o que conseguiu graças a um empresário de Palma de Maiorca que se comoveu ao ouvir, no programa de rádio, as suas palavras cheias de sofrimento e desespero. Hoje, já em Palma de Maiorca e pela voz da jornalista que a ouviu nessa noite de revelações, conta-nos a sua história de amor incondicional, paixão e luta pela sobrevivência num país e numa cultura estranhos.
Preço de editor: €15.04
PVP book.it: €9.02
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Valor do desconto: €6.02
quinta-feira, 1 de julho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
Livro da Semana (Semana 26) 28 de Junho a 04 de Julho.
Mia Couto - Venenos de Deus, Remédios do Diabo
Sinopse: O jovem médico português Sidónio Rosa, perdido de amores pela mulata moçambicana Deolinda, que conheceu em Lisboa num congresso médico, deslocou-se como cooperante para Moçambique em busca da sua amada. Em Vila Cacimba, onde encontra os pais dela, espera pacientemente que ela regresse do estágio que está a frequentar algures. Mas regressará ela algum dia? Entretanto vão-se-lhe revelando, por entre a névoa que a cobre, os segredos e mistérios, as histórias não contadas de Vila Cacimba — a família dos Sozinhos, Munda e Bartolomeu, o velho marinheiro, o administrador, Suacelência e sua Esposinha, a misteriosa mensageira do vestido cinzento espalhando as flores do esquecimento.
Críticas da Imprensa: «Mia Couto não precisa de apresentações. Um contador de estórias nato, como o são os ancião africanos cheios de vivências próprias e alheias, as suas obras são já tão conhecidas como a sua escrita - o português reinventado que tão facilmente nos faz deslizar para os contextos e enredos criados (...) Mia Couto não desilude, o romance - mulato e anfíbio - prende da primeira à última palavra liberto de preconceitos extremados nos quais tantas vezes procuramos a seguranças das nossa leituras e dos nossos dias.»
Ana Vaz Pinto (Os Meus Livros)
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